
Narfi Lokison
Nota: Este é um deus originário da mitologia nórdica sendo desenvolvido por mim no universo marvel.
History
Narfi é fruto do casamento arranjado entre a mentira (LOKI) e a fidelidade (SIGYN). Nascido gêmeo, Vali o acompanhou no útero da deusa Sigyn.

Fisicamente, Narfi herdou a melanina selvagem do pai: olhos verdes, fios alaranjados, nariz afilado e lábios finos. (Loki, em sua verdadeira casca, possui cabelos de fogo.) e embora tenha características fortes do pai, não obteve grande convivência com o deus devido suas ações embusteiras e as consequências no reino dourado. O trapaceiro nunca pôde estar devidamente presente na vida dos gêmeos. Também não fazia muita questão; ser paternal não é bem o talento de Loki, embora nutra sim algo que remeta ligeiramente ao amor paternal, que, usualmente, guarda para si mesmo sem saber exatamente como externá-lo. O maior contato que o jovem deus teve com o pai, foi durante a pré maldição, poucos sóis antes do assassinato de Balder, o belo. Meses em que o feiticeiro se dispôs a educar Narfi na sua arte mística espontânea, a magia elemental.


Já intimamente, em seu interior e alma, Narfi herdou os traços de sua mãe Sigyn, adorável e justa. Fiel ao amor. Desde seu nascimento, Narfi e Vali foram criados em Asgard por ela, que embora fosse fiel à Loki, não desistiu da sua prole para acompanhá-lo nas encrencas. Narfi e Vali eram uma grande dupla de gêmeos, se amavam e se protegiam como se fossem um só. Se divertiam pelos corredores e jardins virtuosos do palácio real quase todos os dias com suas travessuras. Bem, talvez esse fosse o único resquício Lokison que havia nos pequenos irmãos. Eram amados por todos, doces e bondosas crianças. Até o dia do castigo de Loki e a maldição dos deuses sobre Narfi. Ele não pôde aproveitar da presença do irmão por tanto tempo, Vali tão jovem mais tarde teria a vida roubada por Narfi amaldiçoado. (Uma história a ser contada individualmente, volte ao menu.)Por consequência do maior contato do Lokison ter sido com sua mãe, a deusa Sigyn, ela se tornou a sua maior paixão. Deveras apegado, o jovem a considera o seu maior motivo para viver. Ela não o culpa pela morte de Vali, o que o trouxe um maior aconchego desde então. Ela o ensinou a amar sem condições, a perdoar genuinamente e a ser benevolente com todos, não importando a hierarquia de Asgardia e dos demais reinos. Foi assim que aos seus seus 500 anos de idade (por volta de 15 anos de idade em Midgard) foi titulado como o deus da proteção pela sua própria mãe e avó, a rainha Frigga.
Lutar sua primeira guerra por Asgard se tornou uma obrigação indispensável assim que atingiu a adolescência e fora titulado. Estava longe de se interessar pelo campo de batalha, no entanto, visto que a tradição exigia, ele teria que o fazer. Treinado por Tyr, o deus da guerra e seu tio, foi praticamente impossível não pegar gosto por batalhas; o trincar das espadas, o poder de um escudo - assim como ele gostaria de se tornar para qualquer um que necessitasse em seu caminho ou fora dele - o puxar do cabo de um arco... Narfi tinha facilidade em aprender, captava tudo ligeiramente, e seu ótimo desempenho o fez ganhar um lugar ao lado de Tyr, o líder dos deuses em campo, em uma grande batalha. Ganharam gloriosamente, canções sobre a vitória de Tyr e sua liderança foram compostas, e como marco e tradição, Narfi ganhou uma tatuagem de uma ave contornada por runas na costela esquerda. Com o fim do treinamento, o Sigynson guardou para si todas as suas habilidades em batalha, como também guardou seus utensílios de guerra em seu aposento, que por sinal, permanecem lá nos dias atuais.Após a morte de Balder, Holder e Vali, a maldição, a profecia do oráculo sobre o crepúsculo dos deuses, o Ragnarok, e o renascimento dos mundos . . . Contados deuses sobreviveram e reconstruíram Asgardia, Narfi felizmente (ou não) fora um deles. Com a ressurreição de Odin, aqueles que restaram com envolvimento direto com o crepúsculo dos deuses, foram sentenciados. Narfi, cria de Loki - o pai dos monstros que culminaram o Ragnarok - também seria punido.Com uma súplica da deusa Sigyn e da rainha Frigga, e a prova de que o jovem Narfi não era "como" as demais crias de Loki, lhe foi concedido a liberdade de ir e vir sem ser diretamente neutralizado como Fenrir, Jörmungandr e Hel. Antes tivessem o prendido pelo crime de ter o sangue que tinha do que submetê-lo a olhares julgadores e humilhações públicas pelo resto de sua eterna vida, diretamente daqueles que deveriam ser sua família.Pesaroso com a sua condição, aos seus 1000 anos de idade (por volta dos 30 anos em midgard) Narfi usou de sua "liberdade" de ir e partiu em uma intensa exploração nos 9 reinos, em busca de compreensão sobre as demais culturas fora de Asgardia, longe o suficiente de onde não lhe cabia. Um reino em especial conquistou toda a atenção e admiração do jovem deus: a tão famosa Midgard, o reino dos mortais.Estar longe de sua terra natal o fazia perder parte das forças de um deus, tornando-se vulnerável como um midgardiano comum, e isso o fazia degustar o verdadeiro poder da vida. Se apaixonou pelos pássaros tão libertos e pelas pessoas de Midgard, embora parte delas usassem de sua ingenuidade para benefício próprio. Durante sua longa estadia na terra média, conheceu uma jovem impiedosa de cabelos longos e de coloração roxo escuro que lhe foi apresentada por Loki como sua irmã. Essa não era sangue de Angrboda, muito menos de Sigyn ou Amora. Essa era sangue de Karnilla, a primeira e última. A relação inicial de ambos era estrondosa, considerando seus ideais deveras opostos. No entanto, conforme a convivência, eles passaram a coexistir. Eles eram Narfi Lokison e Sigrídr Lokisdóttir. Ele era paz, ela era caos. Ele era compreensão, ela era discórdia. Mas, apesar de todas as diferenças, eles eram irmãos e se protegiam como tais.

CURSE

Narfi e Vali, dois das várias crias de Loki, os únicos sem a aparência monstruosa, o que era costumeiro entre as demais crias do mentiroso. Frutos da união entre o deus da trapaça e a deusa da fidelidade, Sigyn. O destino dos dois pequenos gêmeos já estava traçado desde seus primeiros suspiros, até o último e doloroso de um deles. Pois por onde Loki caminha, o fogo, o caos, a vingança, e a morte, o acompanha como fiéis serviçais, afetando quem quer que esteja ao seu lado.No auge de pensamentos de Odin sobre o Ragnarok, Baldr foi assassinado, cumprindo assim a profecia. Loki, de forma agressiva e maldosa, se apresentou ser o autor da morte do deus da pureza, em pleno jantar do deus Aegir. Sabendo que sua atitude não seria tolerada, o Laufeyson partiu para um refúgio, longe do reino dourado Asgard. Ainda que estivesse alerta vigiando a cada instante o horizonte, Odin a partir de Hlidskjalf, tudo podia enxergar, e logo Loki foi capturado pelos deuses. Sua punição acabou envolvendo impiedosamente seus filhos Narfi e Vali.O deus da mentira foi levado para uma gruta escura. Logo, os gêmeos surgiram arrastados e os deuses amaldiçoaram Narfi, transformando-o em um horrendo lobo vermelho, para que este assassinasse brutalmente seu irmão diante Loki. E assim o fez, o lobo destroçou Vali e os Æsir transformam as entranhas do gêmeo em firmes correntes que no fim foram usadas como amarras, prendendo a cabeça, o tronco e as pernas de Loki em três lajes de pedras. O homem ficou em silêncio sem nenhum ato de clemência, pois sabia que ali seu destino estava selado.Após todo o episódio, o trapaceiro foi submetido a gotas de veneno respingando em seu rosto, diretamente de uma serpente pendurada sob sua cabeça. Sua esposa Sigyn permaneceu ao seu lado com uma vasilha com a qual recolhia o veneno, saindo de lá apenas para esvaziá-la. Nos curtos momentos de ausência da mulher, as gotas de veneno causavam dores estridentes no olhos de Laufeyson, e em meios gritos e tentativas de libertar-se das correntes, fazia a terra tremer.A partir daquele dia, Narfi foi sujeito a ser um lobo, podendo oscilar entre essa forma, e a original.
Powers

Sendo um Asgardiano parte Jötun, Narfi detêm a básica magia Asgardiana de seu povo, em conjunto com a manipulação do gelo Jötun, e quando utilizada, a coloração de sua pele muta para um azul ligeiramente claro.Além de suas habilidades descendentes, por volta de seus 400 anos de idade (12 anos em Midgard) A magia elemental surgiu espontaneamente e originalmente no jovem Narfi, inicialmente desgovernada, o que mudou com alguns anos de longos e árduos treinamentos com seu pai, sua mãe, e por poucas vezes, sua avó paterna (Frigga).A Magia Elemental é a capacidade de explorar todos os elementos naturais dentro da magia. Narfi utiliza uma forma de magia que o permite praticar feitiços para conjurar e controlar os elementos da natureza, sejam eles os quatro elementos principais (água, terra, fogo e ar) quanto outros elementos secundários, como luz e sombras. Seus feitiços podem dar forma a diversos tipos de criações, ataques e defesas baseados nesses elementos, adquirindo um arsenal bélico de magia extremamente versátil.Em razão de sua grande conexão com a natureza, Narfi pode dialogar com os animais.Armamentos de combate:• Um Tridente forjado por Eitri (ferreiro da família real) movido pela conexão de Narfi com o elemento água.• A primeira espada de Tyr, o deus da guerra, dada a Narfi pelo próprio.